É muito comum no mundo corporativo que a gente escute dos profissionais uma preocupação, uma tensão exagerada a respeito de como estão sendo percebidos pela alta gestão, se estão desempenhando bem, se estão conseguindo demonstrar o seu valor e se estão no caminho correto para conseguir uma promoção para crescer na empresa. Entretanto, é raro escutar dos profissionais o mesmo grau de preocupação em relação aos seus colegas e principalmente em relação às pessoas que utilizam esse profissional como uma referência em termos de comportamento, em termos de conduta e de posicionamento dentro da empresa.

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Observadores
Como exemplo trago o caso do meu amigo Juarez, chefe de determinada área da empresa. Todos os dias, Juarez toma cuidado em verificar se está sendo um bom líder, se está de alguma maneira conquistando pontos junto a gestão para conseguir uma promoção, mas o Juarez nem sempre se dá conta de que pessoas que sequer trabalham ao seu lado ficam observando o seu comportamento. É o caso do pessoal da portaria e de outras áreas que se relacionam com a área do Juarez, é o caso de pessoas que não necessariamente tem uma conexão direta com o Juarez, mas que de outro lado sempre ficam observando e ficam julgando se o Juarez está no caminho correto ou não.

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Referência
É por isso que minha recomendação de hoje é tomar cuidado de não se esquecer de analisar o quanto você é referência para os outros dentro da empresa e descobrir se você é uma referência positiva, uma referência que oscila ou pior, se é uma referência negativa. Pense nisso! Para a coluna Visão Empresarial

Luciano Salamacha